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10 Melhores romances sobre a Segunda Guerra Mundial

No post de hoje selecionamos 10 livros incríveis lidos pelo blog ambientados ou sobre a Segunda Guerra Mundial. Esse terrível evento do século XX deixou marcas tristes e profundas na humanidade, por isso, encontramos uma boa dose de literatura que trata do assunto:


1 - A pele, de Curzio Malaparte: Se Walter Benjamin percebeu que os soldados voltavam mudos da experiência da Primeira Guerra, na Segunda foi preciso narrar sobre a monstruosidade. E este é um dos livros que coloca em xeque a instituição da guerra. Uma linguagem sofisticada e simbólica destrói qualquer visão positiva dela. Uma leitura fantástica;

2 - Dossiê Odessa, Frederick Forsyth: Uma das mais interessantes narrativas do pós-guerra, no livro temos um repórter que desbarata uma secreta organização de proteção a nazistas criminosos de guerra; A despeito da ficção, a narrativa encontra parâmetros, por exemplo, nas ratlines, linhas de fuga de muitos desses criminosos;

3 - O último homem em Berlim, de Gaylord Dold: Aqui temos a ambientação de um pré-guerra descrita de modo a imergir o leitor na cidade que acompanha a ascensão do nazismo. Meio romance policial meio romance histórico é uma excelente leitura para observar aqueles tempos;

4 -  A praça do diamante, de Mercè Rodoreda: Há quem diga que tivemos apenas uma grande guerra pois o entre guerras constituiu-se de uma série de conflitos locais. Nesse livro temos o cenário global, mas é especialmente a Guerra Civil Espanhola como pano de fundo que trata da posição das mulheres na guerra;

5 -  Os meninos que enganavam nazistas, de Joseph Joffo: Embora uma narrativa real, o tratamento de romance em sua escrita insere o livro na lista. Fala daqueles tempos sombrios e da fuga de dois irmãos judeus de 10 e 12 anos peregrinando entre França e Itália para fugira da garra dos nazistas;

6 - As espiãs do Dia D, de Ken Follett: Os romances históricos de Follett são escritos de um modo um tanto sensacionalista, ainda assim é bem divertido a leitura como este que traz um grupo de espiãs em ação capaz de derrubar as comunicações do Reich;

7 - A ordem do dia, de Éric Vuilard: Essa é uma obra cuja definição não é das mais fácil. Não tem propriamente a característica de romance, mas tenta uma estética ficcional como modo de narrar as relações entre os nazistas e grandes industriários e empresários que financiaram ou lucraram com a barbárie; 

8 - Um banquete para Hitler, de V. S. Alexander: Competente romance histórico que insere novos personagens em pequenas lacunas históricas para narrar a seu modo a Segunda Guerra Mundial, especialmente o círculo íntimo de Hitler visto sob a perspectiva de uma profissional de alto risco, ou seja suas provadoras, que no auge das paranoias do tirano eram responsáveis por provar - e certificar-se que não estão envenenados - todo e qualquer alimento destinado a ele;

9 - Os meninos fantoches de Varsóvia, de Eva Weaver: Mesmo centrando-se numa visão alemã periférica sobre o conflito, já que no livro temos pelo lado alemão a posição de soldados distante do poder do reich, o romance reflete um pouco sobre a falta de razão no conflito, além de mostrar o horror vivido no gueto que ficou famoso por sua resistência, mesmo que tardia;

10 - A segunda pátria, de Miguel Sanches Neto: Essa curiosa visão alternativa dos possíveis laços do Brasil na Segunda Guerra menos que uma miragem ficcional, partem de uma possibilidade registrada em diferentes documentos da história e isso faz do livro uma interessante leitura do Brasil naquele momento.



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