sexta-feira, 18 de agosto de 2017

, ,

10 Considerações sobre História Bizarra da Literatura Brasileira, de Marcel Verrumo, ou se...

O Blog Listas Literárias leu História Bizarra da Literatura Brasileira, de Marcel Verrumo, publicado pela editora Planeta; neste post as 10 considerações de Douglas Eralldo sobre o livro, confira:

1 - História Bizarra da Literatura Brasileira é uma leitura até que divertida, com uma proposta mais leve e uma tentativa de abordar a literatura nacional sob novas perspectivas, todavia, entre erros e acertos, aos minimamente conhecedores da literatura nacional, em alguns aspectos, a obra pode ser um tanto decepcionante;

2 - O livro, desde o seu título se propõe a um olhar pouco convencional das discussões literárias, buscando pretensamente realizar algo ainda não feito e quem sabe "jogar novas luzes" sobre a literatura brasileira, intenção que pode ser observada nos constantes questionamentos do autor do tipo "não compreendo como não se vê isso na escola". Para fazer isso, contudo, ele cria uma estrutura híbrida de intenso humor (às vezes exagerado) e linguagem descontraída disfarçada de ensaio ou artigo acadêmico, que no fim acaba não sendo nem um, nem outro;

3 - Desta forma, as virtudes do livro acabam ficando mesmo em seu humor mais escrachado e o descompromisso de uma maior seriedade com o refletir sobre literatura, além de uma ou outra informação que de fato sejam desconhecidas dos leitores. A isto, ainda, poderíamos somar a divisão previsível por escolas literárias que ao menos a alguns leitores pode ajudar na hora de identificar autores e períodos, mas saindo disto, temos muitas coisas a apontar;

4 - Primeiro que a própria gênese da obra acabada sendo de certa forma perdida, pois em sua ampla maioria, os casos narrados pelo autor são desconhecidos apenas da parcela plenamente leiga sobre a literatura, sendo que em alguns casos o livro exagera os tons de acontecimentos que deveriam (pelo menos em tese) ser de conhecimento de qualquer estudante de ensino médio, como a Carta de Pero Vaz Caminha em que o autor supervaloriza "o pedido de favorecimento", algo tão explícito que apenas a leitura do documento já é suficiente para que as pessoas saibam disto. O mesmo ocorre com a questão de Hans Staden, e por aí vai, numa tática contínua de dimensionar com exageros questões de conhecimento quase que geral;

5 - Agora, talvez o problema mais grave do livro sejam seus diversos "e se". Se o autor, por um lado tenta dar uma aparência acadêmica ao seu trabalho, por outro, acaba pecando no exagero dos "e se", de forma que há em seu texto vários artigos que o recurso é utilizado que mais do que apresentar uma versão bizarra da nossa literatura, ele apenas reforça processos de mistificação de acontecimentos sem qualquer comprovação, ou mesmo utilidade para os estudos literários ou históricos, de modo que soa muitas vezes como deslumbramento de uma história pintada com exageros, além, é claro, que a cada "e se" teremos um choque na credibilidade do livro;

6 -  Além disso, é preciso discutir o termo bizarro, que na maior parte dos casos apresentados provavelmente não se encaixariam, já que as abordagens dão conta dos dramas pessoais por qual muitos autores passaram, portanto, longe de qualquer bizarrice, mas sim histórias de vidas tocadas em alguns casos pelos dedos da tragédia;

7 - Além disso, há certos exageros do autor, como quando tenta levar para a discussão literária o que não lhe é de interesse. Como quando demonstra perplexidade ao não compreender como não se aborda a tragédia familiar de Euclides da Cunha nas escolas. Simples, porque não há razão alguma para isto. Primeiro, lógico que não propomos aqui apenas olhares formalistas sobre a escrita literária, mas qual seria a contribuição para a compreensão da obra de Euclides saber que ele morreu num duelo? Como curiosidade, ok. Mas pensar que é uma negligência, não faz sentido algum, até porque o fato encerra a carreira do autor, e tudo que precisamos para discutir isto precede sua morte;

8 - Mas há, todavia outras virtudes na obra, especialmente quando o autor introduz em sua obra questões da literatura LGBT que vão um tanto além do discutido, além de traçar certo panorama da literatura erótica brasileira;

9 - No geral, entretanto, a obra sustenta-se mais pela abordagem bem-humorada e descompromissada e um tanto dúbia entre o academicismo e o popular do que por qualquer relevância literária, até porque, para os estudos literários qualquer discussão que desconsidere a interpretação literária, que parece-nos o caso, não tem razão de ser, pois mesmo que hoje superamos as vertentes formalistas, e, claro, nos permitimos à leitura da literatura e sociedade, ainda assim o que deverá sempre falar mais alto é a obra do autor, será sempre ela que dirá (ou não dirá) a mensagem essencial de sua literatura;

10 - Enfim, esta é uma leitura que pode até divertir, principalmente leitores não iniciados na nossa literatura, mas qualquer coisa para além disso, saltarão dúvidas e críticas que não passam despercebidas dos conhecedores, mesmo que minimamente, da literatura brasileira.



quinta-feira, 17 de agosto de 2017

10 Bons motivos para conhecer Penélope – O início, o fim e o meio, de Thais Nocentini

Olá leitores e leitoras do Listas Literárias. No post de hoje compartilhamos 10 bons motivos para conhecer a publicação da escritora Thais Nocentini, o lançamento Penélope – O início, o fim e o meio, confira:

1. O Romance de ficção “Penélope – O início, o fim e o meio” conta a história de uma adolescente de 16 anos que sofre de Transtorno de Personalidade Limítrofe, também conhecido como Borderline. Através da visão e experiências da protagonista do livro é possível explorar e compreender um pouco mais sobre a condição dos portadores desta patologia, desmistificando ideias errôneas e dando ao leitor a oportunidade de vivenciar os dilemas, o comportamento, a ansiedade, as alterações de humor, a depressão, o sofrimento e os mais diversos aspectos que fazem parte da psique única de um Borderline. 

2. O livro, além de conversar com as dificuldades do Transtorno de Personalidade Boderline, também vivencia os dilemas típicos e recorrentes da maioria dos adolescentes e que permeiam a vida adulta. Através de uma narrativa dinâmica, "Penélope - O início, o fim e o meio" se destaca pela sensibilidade, coragem, complexidade e delicadeza com que trata as questões inconfundíveis da idade da personagem título. Adolescentes irão se identificar e adultos serão desafiados a relembrar e experimentar as mais diversas situações e impasses desta época da vida. 

3. O diferencial do livro é que ele permite ao leitor mover-se entre temas de difícil abordagem como o bullying, depressão, automutilação, suicídio, amor e aceitação de uma maneira delicada, muitas vezes utilizando de artifícios como o humor, ironia, fantasia e rebeldia, sem deixar de lado a seriedade e verdade que a temática exige. Para isso, conta com a experiência pessoal da autora Thais Nocentini, também diagnosticada como Boderline na adolescência. 

4. Por falar nisso, a autora do livro é formada em história pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e em Letras pela Universidade de São Paulo. Ela conta que começou a escrever o livro como uma maneira alternativa de falar sobre os seus sentimentos e aflições, já que sentia enorme dificuldade em oralizar o que lhe acontecia. Segundo a autora a obra é “toda escrita em primeira pessoa e permite ao leitor saber exatamente quais são aos impressões e julgamentos da personagem perante as dificuldades que ela encontra em seu dia a dia. A graça do livro está na maneira com que Penélope utiliza de ironia mordaz como forma de analisar diversos aspectos da sua vida”. 

5. “Penélope – O início, o fim e o meio” é lançamento e está disponível na plataforma Kindle, sendo que os leitores podem comprar o romance por um preço acessível, ou até mesmo ler de graça para usuários do Kindle Unlimited. Além disso, o romance é um dos concorrentes a Segunda Edição do Prêmio Kindle de Literatura



6. As pessoas que tiverem alguma curiosidade pela obra ou pelas temáticas abordadas também podem curtir e acessar a página oficial da publicação no Facebook que é constantemente atualizada com notícias e novidades sobre o livro. 

7. A história da Penélope é ambientada na década de 90 e faz referência a uma série de elementos culturais da época, como bandas, músicas, filmes e livros. Alguns capítulos, inclusive, recebem nomes de músicas. A autora explica que a ideia de nomear dessa forma os capítulos surgiu enquanto escrevia o livro: “muitas vezes recorria a determinadas bandas ou artistas para entrar em contato com o clima que o livro pedia, então achei legal também dar ao leitor esta oportunidade de conhecer um pouco mais, através da música, os gostos e preferências da protagonista”. 

8. Apesar da história se passar na década de 90, a temática do livro é atual. Recentemente, o Mapa da Violência 2017, estudo publicado a partir de dados oficiais do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde, constatou que a taxa de Suicídio entre os Jovens teve um acréscimo de 10% desde 2002. Além disso, a Organização Mundial da Saúde já colocou a depressão no topo da lista dos problemas de saúde que mais acomete e incapacita pessoas anualmente. Esses assuntos foram recentemente abordados na série de sucesso da Netflix “13 Reasons Why” e ganhou as redes sociais com a divulgação do jogo “Baleia Azul”. 

9. Uma outra característica do livro é a forma como a protagonista procura fazer do leitor um confidente, muitas vezes dialogando com o mesmo. Essa abordagem faz com que a pessoa que está conhecendo a história se identifique com o que é narrado, muitas vezes vivenciando as mesmas angústias, dilemas, reviravoltas e vitórias que permeiam a vida da Penélope. 

10. Por fim, ao leitor que permitir-se conhecer este lançamento nacional, estará diante de uma história atual, divertida, desafiadora e emocionante que procura de maneira simples dialogar e expor de forma crua diversos aspectos da condição humana.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

, ,

10 Livros para despertar a força em sua estante


Não se fala outra coisa que não o sucesso de Star Wars: O Despertar da Força que está levando muitos fãs da franquia aos cinemas, além de criar uma nova legião de fanáticos. Por isso, hoje o Listas Literárias fez uma seleção com 10 livros para despertar a força em sua estante, inclusive os livros de editora Seguinte que preparam toda uma jornada para Star Wars: o Despertar da Força, confira:

1 - A Arma de um Jedi - Uma Aventura de Luke Skywalker, de Jason Fry:Nesta história, que se passa entre Uma Nova Esperança (episódio IV) e O Império Contra-Ataca (episódio V), Luke é atraído pela Força até um planeta misterioso, onde há muito tempo existia um templo Jedi. Lá, ele continuará seu treinamento e terá de enfrentar um duelo perigoso contra um vilão jamais visto antes...  + no Submarino

2 - A Missão do Contrabandista - Uma Aventura de Han Solo e Chewbacca, de Greg Rucka: Também se passa entre Uma Nova Esperança (episódio IV) e O Império Contra-Ataca (episódio V), Han e Chewie precisam pilotar a Millennium Falcon numa missão ultrassecreta da Aliança Rebelde. Mas é claro que não será nada simples: na sua cola estão cruéis caçadores de recompensas e uma implacável oficial do Império... + no Submarino

3 - Alvo em Movimento - Uma Aventura da Princesa Leia, de Cecil Castellucci: Esta história, que se passa entre O Império Contra-ataca (episódio V) e O Retorno de Jedi (episódio VI), a princesa Leia lidera um grupo de rebeldes numa missão contra o maligno Império Galáctico. Passando por três planetas diferentes, ela precisa distrair as tropas imperiais enquanto a Aliança Rebelde organiza um ataque à nova Estrela da Morte... + no Submarino

4 - Estrelas Perdidas, de Claudia Gray: Neste Livro que também traz pistas de O Despertar da Força vemos o ponto de vista de Ciena e Thane acompanhando os principais acontecimentos desde o surgimento da rebelião até a queda do Império... + no Submarino

5 - A Princesa, o Cafajeste e o Garoto da Fazenda, de Alexandra Bracken:Esta é uma versão de Star Wars: Uma nova esperança (episódio IV) como você nunca viu. A edição vem acompanhada de ilustrações incríveis e apresenta a história original a uma nova geração de leitores, assim como fornece uma perspectiva inédita para os fiéis fãs da saga. Cada parte da narrativa é contada pelo ponto de vista de um dos três protagonistas, se aprofundando nos conflitos desses heróis que se unem para combater o mal que ameaça toda a galáxia... + no submarino


6 - Troopers da Morte, de Joe Schreiber: Esta intrigante e singular história de terror, consagrados heróis da saga terão de enfrentar pesadelos imensuráveis. Quando a nave-prisão imperial Purgação - residência temporária de quinhentos dos mais cruéis assassinos, rebeldes e ladrões - quebra em um ponto isolado do espaço, a única esperança da tripulação parece estar em um destroyer estelar encontrado vagando no vazio... + no Submarino

7 - Tarkin, de James Luceno: Após o golpe que deu fim à Ordem dos Cavaleiros Jedi, com os tempos da Velha República cada vez mais no passado, Wilhuff Tarkin é um oficial de confiança em um Império ainda jovem, e sua atual tarefa é gerir a construção de um empreendimento decisivo nos planos da nova ordem: a estação espacial conhecida como Estrela da Morte... + no Submarino

8 - Um Novo Amanhecer, de John Jackson Miller: Desde os terríveis acontecimentos em STAR WARS - Episódio III: A vingança dos Sith, quando todos os Jedi foram perseguidos e condenados à morte, Kanan Jarrus tem vivido na clandestinidade, evitando criar problemas com o Império. Porém, um embate mortal entre as impiedosas forças imperiais e os revolucionários desesperados se mostra próximo demais e impossível de se ignorar... + no submarino

9 - Então você quer ser um Jedi?, de Adam Gidwitz:Com a ajuda de Luke Skywalker, a Aliança Rebelde conseguiu uma grande vitória contra o Império. Mas a guerra está longe de acabar. Agora, instalados em Hoth, um planeta gelado, os rebeldes temem que seu esconderijo seja descoberto pelas forças imperiais. Infelizmente, não demora muito para que o temível Darth Vader os encontre e organize o ataque... +  no Submarino

10 - Marcas da Guerra, de Chuck Wendig:1º livro do cânone oficial a mostrar o que acontece depois do clássico Episódio VI: O Retorno de Jedi, dando pistas sobre o que podemos esperar da nova trilogia que se inicia com o O Despertar da Força. Nesse novo panorama galáctico, vamos descobrir que a guerra ainda não chegou ao fim... + no Submarino

terça-feira, 15 de agosto de 2017

, ,

10 Lançamentos de livros de agosto de 2016

Olá pessoal, neste post selecionamos 10 grandes lançamentos e relançamentos de livros para este mês de agosto para ter na sua estante, confira:

1 - Os Irmãos Sister, de Patrick Dewitt: Uma homenagem ao universo clássico do Velho Oeste, transformando o cenário comum em uma inesquecível viagem cômica com personagens marcantes – perdedores, trapaceiros, românticos, confusos – e uma narrativa empolgante. Uma ficção histórica sobre os anos 1850 que mostra dois irmãos unidos pelo sangue, a violência e o amor... + na Saraiva

2 - As Perguntas, de Antônio Xerxenesky:Alina enxerga sombras e vultos desde criança. Doutoranda em história das religiões, especializada em tradições ocultistas e aferrada à racionalidade que tudo ilumina, ela se acostumou a considerar as aparições como simples vestígios de sonhos interrompidos. Certo dia, um telefonema da delegacia desarruma sua rotina de tédio programado... + na Saraiva

3 - As Cores do Amor, de Camila Moreira: Filho único de um barão da soja, Henrique Montolvani foi criado para assumir o lugar do pai e se tornar um dos homens mais poderosos da região. No entanto, o jovem se tornou um cafajeste aos olhos das mulheres, um cara egocêntrico segundo os amigos e um projeto que deu errado na concepção do pai... + na Saraiva

4 - Em busca de Watership Down, de Richard Adams: Uma fábula sombria sobre coragem e sobrevivência Quando um coelho vidente prevê a destruição da toca onde vive, ele se une a seus amigos para achar uma nova casa. No caminho rumo à mítica colina de Watership Down, enfrentam rivais e armadilhas. Mas, mesmo depois de chegarem e, teoricamente, encontrarem um lugar seguro para viver, precisarão lutar para salvar a colônia vizinha e repopular a própria comunidade... + na Saraiva

5 - A Estrela da Meia-noite, de Marie Lu:  Adelina Amouteru sobreviveu à febre do sangue, fez uso de seus dons, formou seu próprio exército, vingou-se de seus traidores e conquistou a vitória. Mas seu reinado triunfante está ameaçado, e o inimigo não vem de fora; a sede de vingança da jovem levou seu lado cruel e sombrio a sair do controle, e ela terá que curar antigas feridas se quiser manter tudo o que conquistou...+ na Saraiva


6 - Mr. Romance, de Leisa Rayven: Max Riley pode fazer com que as fantasias mais incríveis ganhem vida: sob o alter-ego de Mr. Romance, ele pode ser um bilionário dominador, um bad boy inocente, um geek sexy ou qualquer outro homem que satisfaça os desejos das mulheres solitárias da alta sociedade de Nova York. No entanto... + na Saraiva


7 - Magia Explosiva, de Ilona Andrews: Nevada Baylor enfrenta o caso mais desafiador de sua carreira como detetive particular: uma missão potencialmente mortal para apreender um suspeito em situação volátil. Seu alvo é um Superior, o grau mais elevado de usuário de magia, que pode botar fogo em qualquer pessoa ou coisa.No entanto, Baylor não é a única no encalço desse perigoso indivíduo… + na Saraiva

8 - Hoje vai ser diferente, de Maria Sample: Eleanor Flood sabe que sua vida está uma bagunça. Mas hoje vai ser diferente. Hoje ela vai tomar banho e vestir roupas decentes. Vai à aula de ioga depois de deixar seu filho Timby na escola. Vai almoçar com uma velha amiga. Não vai suar. Vai transar com o marido Joe. Mas antes que possa colocar seu humilde plano em ação... a vida a surpreende e ela é forçada a abandonar suas humildes ambições e acordar para um novo e inesperado futuro... + na Saraiva

9 - Inquebrável, de Robson Gabriel: Dor. Esta é a única coisa que consigo sentir agora. Jamais pensei, em toda a minha vida, que seria abandonado por aqueles que diziam me amar. A sensação de impotência é agonizante, parece que vai rasgar o meu peito e destruir o restinho do eu que ainda sou. Eu juro que tentei ser o garoto perfeito, o exemplo em tudo que fazia, mas chega uma hora em que a gente precisa se libertar... + na Saraiva

10 - Prazer em Julgamento, de Nine Muller: Lívia é uma psicóloga dedicada e tenente da aeronáutica. Vítima de um relacionamento abusivo no fim da adolescência, ela não se sente capaz de se relacionar de maneira saudável com outra pessoa. No entanto, um de seus primeiros pacientes é seu colega de farda Rodrigo Guerra, um piloto suspenso pelo comandante da base por arriscar sua vida e o equipamento com manobras ousadas demais no ar... + na Saraiva

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

,

7 Razões porque todo escritor precisa ser um bom leitor

O ótimo blog Homoliteratus abordou o tema neste artigo "a misteriosa geração de escritores que não querem ler", e aqui neste post pretendemos discutir a questão apontando algumas possíveis razões para que na maioria de "dicas" dadas por escritores renomados, vocês sempre encontrarão algo como "leia muito", sugestão que para alguns aspirantes à escrita é vista como desnecessária. Neste post razões porque antes de ser escritor, recomenda-se antes que sejam bons leitores, confira:

1 - O Ser Oco: Antes de assumir o desejo de escrever algo, pressupomos o ter algo a dizer ou narrar, isto todavia demanda refletirmos por que lemos? seja literatura, seja não-ficção. A grande maioria, provavelmente falará da busca de conhecimento, de compreender o mundo, de ter diferentes visões sobre as coisas, enfim tudo aquilo que transforma-nos em leitores. Este tem sido historicamente o método em que transformamos o indivíduo humano, oco em saber, em alguém conteúdo e capacidade de argumentar (tudo bem, pelo menos em teoria). Sim, ainda estamos falando de leitores, e sim, levamos em conta que há maneiras somativas para adquirir conhecimento, mas é aqui que chegamos ao ponto da questão, seja ficção, e ainda mais especificamente não-ficção, ao escritor será exigido ter, mesmo que minimamente algum conteúdo, ou seja, ao autor, mesmo o da obra mais barata - no sentido qualitativo da coisa - se exigirá que não seja oco, até porque pressupomos aqui alguns elementos que levam o indivíduo declarar-se leitor;

2 - O "achamento" de sua voz entre outras vozes: Li autores salientando em suas dicas a necessidade de o aspirante a escritor encontrar sua voz narrativa e seu estilo. Isto também está ligado à nessecidade de leitura, afinal toda obra literária nasce a partir de uma quantidade de outras vozes que influenciariam o autor, isso do mais famoso clássico ao romance bestseller, inalienavelmente, mesmo que você ainda pressuponha a possibilidade de escrever algo sem estar permeado por outras vozes. Aliás, quanto mais ricas as influências, melhores as possibilidades de sua obra encontrar certa relevância;

3 - Conhecimento de mundo: Próximo ao número um desta lista, mas aqui enfatizando de que o conhecimento de mundo é fundamental não apenas para a escrita, quanto para a leitura. Será ele que permitirá uma melhor compreensão de leitura, mas também recursos de escolha sobre o quê escrever;

4 - Referências estéticas: Imagine um desenhista tendo de ilustrar algo que nunca vira? um analista de que elaborar um relatório comparativo sem ter o conhecimento de uma das partes? O mesmo vale para a escrita. O conhecimento humano tem sido uma construção coletiva em que cada coisa feita nos deixa um rasto a seguir (ou romper), mas que independente do que você como autor escolhe fazer, precisará conhecê-los, seja para afirmar, seja para se opor. Isso significa que para quem deseja de fato escrever algo é fundamental a leitura, inclusive com boa diversidade, de modo que se construa seu conhecimento das diferentes possibilidades de estruturas e formas de narrar, até porque há uma grande diferença entre "inovar" em estilo narrativo e simplesmente não saber como estruturar esteticamente seu trabalho, algo com muitos exemplos espalhados por aí;

5 - Localização: O hábito da leitura também funciona a quem aspira escrever como um verdadeiro GPS, pois acredite, mesmo você julgando ter pensado "ter a propriedade da ideia mais original do mundo", basta "ligar o GPS" para que descubras que será preciso aprimorar sua ideia, evoluí-la e encontrar sua respectiva originalidade;

6 - Aprimoramento da escrita: Algo que a leitura colabora com todos os leitores, mas para um candidato a escritor é ainda mais importante é de que quanto maior o volume de leituras, mais esta prática colabora para o desenvolvimento de sua escrita, isto em todos os sentidos, gramaticais ou literários;

7 - Inspiração: A leitura de outras obras pode dar-lhe também "novas inspirações" surgindo a partir delas temas a desenvolver, novas linhas de raciocínio, enfim, toda leitura abre as portas das possibilidades para tantas outras leituras;     

sábado, 12 de agosto de 2017

,

10 Considerações sobre Passe a Noite Comigo, de Megan Maxwell ou tudo sobre prazer

O Blog Listas Literárias leu Passe a Noite Comigo, de Megan Maxwell, publicado pela editora Essência; neste post as 10 considerações da Gi sobre o livro, confira:

1 – Passe a noite comigo é uma narrativa de intensidade, spin-off da série Peça-me o que quiser, que com muito erotismo e sedução narra a história de Dennis, brasileiro, professor de matemática que larga sua vida na Alemanha para viver momentos muito quentes na Inglaterra; 

2 – A mudança na vida de Dennis ocorre quando é chamado para trabalhar numa renomada escola Britânica, quando depois de uma nova passagem pelo Brasil, ele parte então para Londres, onde conhece uma mulher encantadora, Lola; 

3 – Diferentemente de outras mulheres na vida deste sedutor, ela não se rende facilmente ao seu charme, pois desde seu primeiro encontro ela o deixou perturbado, além dos próprios impedimentos ou entraves para o relacionamento dos dois; 

4 – Desta forma, então somos apresentadas a uma trama cheia de segredos, traições e mentiras, mas na qual amor e atração sempre acabarão por falar mais alto, tudo isso, sempre sob o signo da extrema sensualidade de constância das cenas picantes;

5 - Acometidos por uma atração imediata, que os leva a uma transa por impulso logo no aeroporto quando se conhecem, Dennis e Lola, contudo conviverão com ruídos de comunicação, pois ao conhecê-la melhor, detalhes da vida de Lola incomodarão a ele, entretanto ele estará em meio a uma questão de fachada, aparência e conveniências das relações sociais presentes;

6 - Assim, com sua narrativa em terceira pessoa atraente e simples, o livro portanto nos apresenta a um homem sensual e que nunca se ateve a relacionamentos longos por justamente preferir as comodidades e as liberdades da sua vida de solteiro. Além disso, sua postura está ligada a sua relação com o swing, que começara a participar com seu casal de amigos Eric e Judith, de Peça-me o que quiser;

7 - Aliás, este livro como as demais obras de Megan, trará às leitoras este universo das liberdades sexuais, além de propor um amplo "passeio" pelas casas noturnas e pelo universo do swing, com seus códigos e comportamentos próprios, mas que cujo objetivo final é o prazer pleno a partir das experiências coletivas de seus protagonistas;

8 -  Lola, por sua vez, é uma mulher encantadora, corajosa e que não foge de uma briga, especialmente quando se trata de defender alguém que ame. Extremamente ligada à família, é capaz de assumir compromissos longos para ajudar alguém, assim como se revelará entusiasmada com o estilo de vida de Dennis;

9 - Com isso, então, temos um livro que além do forte erotismos, nos conta uma história envolvente e de laços intrincados cheia de seus altos e baixos, sempre nos apresentando diferentes alternativas, e, claro, grande diversidade de cenas de sexo, que ocorrem de acordo com a necessidade da trama;

10 - Enfim, este é um livro intenso, que leva-nos a amar e a detestar seus personagens, tudo isso temperado por muito romantismo ao mesmo tempo que não deixar-se perder nada na sensualidade com suas cenas de sexo grupal, mas mais do que isso, a apresentação de uma filosofia de relações que aos habitantes deste romance tornam-nos sedutor e quente, muito quente. Um ótima leitura que certamente não desagrada as fãs de Megan Maxwell.



 

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

, ,

10 Pinturas de J. R. R. Tolkien para Terra Média

É comum ouvirmos que em sua obra, Tolkien acabou criando um novo mundo. Uma obra que certamente lhe deu trabalho, mas que através destas pinturas revelam como o autor imaginava sua própria Terra Média em imagens criadas pelo próprio Tolkien, que já foram reunidas em livros, e também estamparam o tradicional calendário feito anualmente lá fora:

1.
 2.
 3.
 4.
 5.
6.
 7.
 8.
 9.
 10.


quarta-feira, 9 de agosto de 2017

terça-feira, 8 de agosto de 2017

10 Bons motivos para conhecer Paola, Proibido Para Menores, de Waldir Ferro

Olá literários e literárias, no post de hoje selecionamos 10 bons motivos para conhecer o recente lançamento Paola, Proibido Para Menores, de Waldir P. Ferro, confira:

1 - O livro conta a história de Paola, uma mulher muito à frente de seu tempo. Filha de imigrantes italianos, a narradora –protagonista, serve de espelho quando nos referimos a muitas outras mulheres que viveram a adolescência no final da década de 1970...

2 - Filha de um machista de sangue calabrês e de moral um tanto duvidosa, Paola tenta através de todos os meios sobreviver à intolerância imposta por uma estrutura familiar onde os homens mandam e as mulheres obedecem...

3 - Nesta pegada, o romance então aborda tabus e preconceitos muito presentes naquela época como a virgindade e a homossexualidade são abordados de forma polêmica e bastante divertida. Por isso mesmo o relato é proibido para menores, uma vez que os mais picantes detalhes de suas aventuras não foram poupados ao longo das páginas...

4 - A obras é escrita por Waldir Pedro Ferro, Mestre e Doutor em Ciências pelo IPEN/USP, com diversos trabalhos científicos publicados, que decidiu iniciar sua carreira no universo literário de ficção com este romance que aborda temas polêmicos com bastante irreverência...

5 - E para quem quiser conhecer melhor a obra e o autor, poderão adquirir o livro diretamente pelo site do escritor, que além da comercialização do livro traz informações a respeito desta nova obra da literatura brasileira...

6 - Além disso, vocês podem também curtir a bela página do livro no Facebook e acompanhar as recentes novidades deste trabalho, bem como interagir com o autor...

7 - Ou seja, está feito o convite para você conhecer a história de Paola, filha de um machista de sangue calabrês e de moral um tanto duvidosa, Paola tenta através de todos os meios sobreviver à intolerância imposta por uma estrutura familiar onde os homens mandam e as mulheres obedecem...

8 - Aliás, é a própria Paola que narra de forma cativante o seu primeiro namoro na adolescência, suas artimanhas para driblar a marcação cerrada dos olhos atentos dos pais, a descoberta do sexo, seus medos e frustrações e a importância dos poucos, mas verdadeiros amigos e merecedores de um lugar de destaque durante os momentos em que uma pitada de suas histórias é também apresentada...

9 - Assim, após tantos desafios, torna-se uma profissional respeitada no mundo da moda, entretanto continua a sua busca pelo verdadeiro amor. Seria o fim dessa busca?

10 - Enfim, esta é uma ótima oportunidade de se conhecer uma nova e instigante publicação, cujo lançamento já atraiu muitos leitores curiosos pela narrativa picante e proibida em uma estreia que pretende chamar a atenção dos leitores brasileiros.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

, ,

10 Capas da literatura erótica de Cassandra Rios

Antes dessa onda toda de publicações no Wattpad ou de o pessoal achar que a literatura erótica é "invenção" de E. L. James, nos anos 60 e 70 a brasileira Cassandra Rios (e diga-se que a literatura erótica é ainda mais antiga) é o grande fenômeno da época (a mais proibida do Brasil), sendo, inclusive, censurada pela ditadura por sua obra atentar "contra a moral e os bons costumes". Neste post selecionamos 10 capas de obras "clássicas" da autora, confira:






sábado, 5 de agosto de 2017

, ,

10 Considerações sobre Os Meninos que enganavam nazistas, de Joseph Joffo

O Blog Listas Literárias leu Os meninos que enganavam nazistas, de Joseph Joffo publicado pelo editoria Vestígio. Neste post veja as 10 considerações de Douglas Eralldo sobre o livro que deu origem ao filme de Benoit Guichard e Christian Dugay que estreou nesta última sexta-feira, confira:

1 - Com ares de ficção mas totalmente autobiográfico, o livro Os meninos que enganavam nazistas é uma leitura interessante que sob a mascara da aventura narra a jornada dos irmãos Joffo em sua fuga permanente entre os anos de 1941 e 1944 dos nazistas em uma França ocupada em que a diferença entre escapar momentaneamente e ser mandado para uma câmara de gás é um piscar de olhos;

2 - Narrado por Joseph Joffo que à época tinha 10 anos, o livro é um destes exemplares de difícil filiação porque sua estrutura constrói-se como um romance de aventura, contudo, neste caso a aventura narrada trata-se da experiência pessoal de Jo e de seu irmão Maurice quando em 1941 iniciaram uma longa peregrinação pela França, precisando sobreviver e escapar das garras cada vez mais apertadas dos nazistas sobre os judeus franceses, tudo isso num país que vivia numa espécie de semi-estado-de-realidade, diante de uma estranheza da tentativa de manter as aparências de normalidade, enquanto para uma minoria perseguida, a guerra ao mesmo tempo que lhes fungava os cangotes, mantinha a aparência de certa distância;

3 - É neste cenário que os irmãos Joffo são apartados da família que precisa dividir-se para lutar pela sobrevivência, e ainda que ao final da jornada tenhamos baixas, e aos olhos de um jovem de hoje tal necessidade soe quase inverossímil, ao final, para os Joffo a insistência em sobreviver e não deixar-se capturar pelos nazistas dá certo quase que por completo, um pouco pelos desígnios de certa "sorte", mas principalmente pela criação em meio ao horror de uma rede de assistência e resistência que impediu que as monstruosidades da Segunda Guerra levassem Hitler à vitória;

4 - Publicado então em 1973, cerca de trinta anos depois da experiência, o livro acaba sendo um exercício à memória e a necessidade de compreender tudo aquilo que vivenciara, por parte de Jo Joffo, que curiosamente dando à narrativa esta proximidade com a ficção e a novelização de sua experiência real irá na maior parte do livro narrar a ação em tempo presente que vez ou outra é tomada por flashforwards ou então  inversões narrativas em que passa a narrar na forma pretérita de forma bastante intencional, como veremos em determinado trecho, estilística que dá ao livro uma identidade bastante original;

5 - Aliás, é bastante curioso e interessante observar o epílogo em que o autor comenta sobre a motivação da escrita do livro trinta anos depois da experiência vivida. Há em sua reflexão uma certa incerteza e segundo ele, o livro, "saiu de mim naturalmente, talvez, simplesmente, tivesse necessidade de escrevê-lo" disse Jo modo que ao leitor mais atento perceberá justamente a construção de uma narrativa que procura por respostas para suas incompreensões diante uma experiência desumana e sem qualquer lógica;

6 - Talvez aí, então, esteja justamente a busca de um sujeito que passara a infância fugindo como a caça de um predador, e que agora inverte os papéis tornando-se um caçador, não um caçador medonho, como o eram seus algozes, mas um caçador de sentidos para tudo aquilo que vivera e que a partir da prática de transpor para a escrita irá revisitar seu trauma levando para o livro então toda a sua jornada, que se por um lado traz afinidades aos romances aventureiros que lia, por outro como o próprio Joffo irá transpor para a obra, chegará o momento em que ele perceberá que tudo aquilo não se trata da jornada de um herói romanesco, e é justamente ao ser tocado por esta epifania que ruirá os muros que dividem a infância ingênua e o terror adulto, e no caso um mundo adulto invadido pela guerra; será enfim uma aprendizagem terrificante porque se constrói pela descoberta de tudo aquilo que não gostaríamos ter de descobrir, justamente o lado mais perverso dos seres humanos;

7 - Além disso, todavia, esta busca por compreensão, e aí creio que uma das virtudes da escrita, permanece nublada visto que os tempos que separam autor-narrador-personagens-sujeito-real mostrou-se insuficiente para levar a qualquer um deles respostas eloquentes para as perguntas explícitas, implícitas ou simplesmente ocultas na narrativa de Joffo, pois sua voz narrativa carrega justamente uma pergunta incômoda e ainda não compreensível para os que creem numa sociedade humana civilizada e tolerante ao outro, uma questão, portanto, sem respostas prontas, completas ou livres de complexidades, "afinal, como nos permitimos que ocorram este tipo de coisas?"

8 - Nesta edição da Vestígio não menos interessante e importante é o posfácio "dialogando com os leitores" de 1992 em que o autor aborda alguns pontos discutidos em diferentes momentos com diferentes leitores. Nessas discussões há bastante perguntas sobre "os momentos que as coisas parecem não se encaixar", os "golpes de sorte" etc. No posfácio há por parte de Joffo, talvez numa necessidade de validação, argumentar tais perguntas, ao que justamente é quando separam-se literatura e vida real, e, portanto fala da vocação desta escrita. Na peça literária, geralmente se permite e se exige que as coisas ao final tenham algum sentido e as peças se encaixem. A vida real, contudo, é diferente, e nem sempre encontraremos sentido, e essa ausência ser-nos-á inclusive essencial para que possamos continuar evoluindo em buscas de novas respostas para novas perguntas;

9 - Vejamos que até aqui proseamos mais sobre a "alma" da obra que efetivamente sua ação, em grande parte porque esta é uma das narrativas que seu grande valor esta para além da história, contudo, no entanto, neste momento podemos dizer que este é um trabalho que certamente também carrega seus atrativos para os que dedicam-se às tramas de aventuras, contudo compreender sua relação com a realidade, adentrar o universo da narrativa conhecedor dos contextos e viajar pela busca de compreensão de Jo Joffo à sua jornada que aqui não ousaria de chamar fantástica porque num mundo decente e normal ninguém deveria ter de cumpri-la;

10 - Enfim, esta é uma leitura carregada de emoção, adrenalina, mas acima de tudo uma jornada em busca de algo que talvez nunca nos será clara que é compreender como a humanidade é capaz de praticar tantos atos tenebrosos como os que ocorreram durante a Segunda Guerra Mundial. Ademais esta não é uma pergunta simples, e conforme perceberemos no posfácio de Joffo ele mesmo permanece anos após a experiência ainda incapaz da compreensão plena dos fatos vivido, e que ainda é capaz de pensamentos contraditórios, como o fato da contradição de ao final não perceber que não errara ele e outros franceses em ver em Petáin um herói, mas sim no fato de ainda crer na "necessidade de heróis" e "salvadores", além de sua contradição pacifista que ao final ainda, mesmo que superficialmente tente "compreender" a guerra e mesmo aceitá-la. A não aceitação geral irrestrita da guerra, é afinal condição fundamental para que um dia possamos de fato evoluir rumo à civilização utópica que um dia ousamos sonhar.



p.s.: A tradução do título não me agrada muito, acho algo mais próximo de "un sac de billes" conseguiria passar melhor "a alma" da narrativa. A opção brasileira parece-me didática demais, explícita de modo direto, talvez em busca de um público mais amplo.


    

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...