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10 Livros com uma pegada ecologista

O meio-ambiente e os desafios ecológicos das próximas décadas tem esquentado a pauta, especialmente entre os negacionistas das tragédias ambientais e da necessidade de utilizarmos com racionalidade os recursos naturais e os que lutam com ênfase na necessidade da defesa ecológica e do bom cuidado para com o planeta, que até então é nossa única casa. Por isso, neste post, selecionamos 10 livros com uma pegada ecologista, confira:

1 - Não verás país nenhum, de Ignácio de Loyola Brandão: A bem da verdade grande parte da obra do autor está calcada nas preocupações ambientais, hoje mais pertinentes do que nunca. Escolhemos esse por seu caráter distópico e por nos ser leitura conhecida. No universo do livro temos uma país tornado deserto pela ganância financeira do país que vendeu já boa parte do território nacional. Não há plantas, não há chuvas, apenas a secura do clima e a podridão dos cadáveres. O curioso (ou nenhuma curiosidade" é que o livro serve também para demonstrar que tipo de ideologia temos agora no poder e comando da nação, visto que as preocupações de Brandão no contexto de escrita do livro, voltam agora ao debate político em que culpa o meio-ambiente por nossos atrasos econômicos apenas como justificativa de ceifar aquilo que nos distingue do resto do mundo. Nossa natureza rica. Outro livro do autor com pegada ecológica forte é Manifesto Verde e ainda O homem que espalhou o deserto;

2 - O Despertar - Existência Integral, de Cláudio Furtado, Mauro Andrade e Kerrys Aldabalde: Um interessante livro com poemas do que se define como poesia plástica, cujos versos terão uma pegada ecológica forte ao mesmo tempo que unificam espiritualidade e natureza;

3 -  Memória da água, de Emmi Itaränta: O romance foi finalista do Philip K. Dick Award e com razão. Com elementos distópicos, assim como no livro de Brandão temos um mundo desprovido de água, aliás, elemento que se diz no futuro causar mais guerras que o petróleo. O alerta aqui é equilibrado por uma trama tecida com interessantes questões que vale dar aquela lida;

4 - Vila dos Confins, de Mário Palmério: Essa é uma leitura bastante interessante, pois não há nele qualquer intenção de se discutir a natureza, a ecologia, mas ainda assim o faz com muita força por sua ambientação naturista de um Brasil talvez já ermo é muito interessante. Seu sertão é riquíssimo em flora e fauna e tem íntima relação com tudo o que ocorre na trama;

5 - Androides sonham com ovelhas elétricas? de Philip K. Dick: Não são muitas as leituras que tratam da pegada ecológica, pois o livro nos permite muitas interpretações e geralmente focam na questão tecnológica. Mas o livro tem uma pegada ecologista bastante forte enquanto alerta, como vemos na imagem de um planeta degradado tomado por bagulhos e o fato de praticamente não existir mais animais no mundo;

6 - O grande Ivan, de Katherine Applegate:  Uma narrativa infantil que trata do tipo abusivo de parte da sociedade com os animais, enjaulando-os em shoppings, circos, feiras, etc...

7 - Sete anos em sete mares, de Barbara Veiga: Na publicação a jornalista conta sua experiência e suas ações enquanto ativista ambiental, especialmente seu trabalho em organizações de movimentos como o Greenpeace [resenha];



8 - A máquina do tempo, de H. G. Wells: Mais uma ficção científica, nesse caso, embora não diretamente, traz questões ecológicas relevantes, que vão desde certa preocupação do viajante do tempo sobre seu presente e de uma poluição que dá as caras, como o próprio processo crepuscular do mundo que veremos na trajetória do viajante;

9 - Os seis finalistas, de Alexandra Monir: Em grande parte, os ficcionistas tem manifestado suas preocupações para com o planeta através da apresentação dos piores cenários possíveis provocados pelo próprio homem, que não raro provocam tentativas de fuga do próprio planeta, caso deste romance juvenil de modo que o ecologismo nos salta como alerta catastrófico;

10 -  Zoo, de James Patterson: Já falamos aqui o quanto os humanos não têm sido amigáveis para com os que dividem conosco o habitat, e essa é a premissa desse trabalho em que o reino animal decide se vingar da humanidade.   

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