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6 Manifestações de ruas e as influências literárias

 Cremos que a pergunta "a vida imita a arte ou a arte imita a vida" é uma coisa bastante superada, afinal, as duas convivem em permanente simbiose. Como nesses casos em que manifestações de ruas espalhadas pelo globo terrestre acabaram recebendo a influência das leituras. Confira livros que saltaram da literatura para os protestos nas ruas:

1 - O sinal dos três dedos: Na Tailândia desde o último golpe os manifestantes pró-democracia tem se valido do sinal dos três dedos visto tanto nos filmes como nos livros de Jogos Vorazes. A tática começou em 2014 como forma de burlar a proibição de manifestações.


2 - Marcha Pelas Nossas Vidas e Harry Potter: Quando em 2018 jovens estudantes americanos foram às ruas contra as armas e manifestaram-se contra os recorrentes assassinatos em massa nas escolas a leitura e influência de Harry Potter se mostrou presente em muitos dos cartazes dos manifestantes;


3 - #DracarysNeles: De ocupações estudantis às jornadas paradoxais e contraditórias de 2013, a expressão criada para a série inspirada nos livros de George R. R. Martin foi usada à exaustão dando, talvez, indícios de nossa entrada à radicalidade ambidestra que há algum tempo nos constitui socialmente (no caso do Brasil ainda acho que o pessoal interpretou algumas coisas de maneira equivocada);


4 - V, de Vingança: Tal como para Mutarelli, para nós, os quadrinhos são literatura. E nisso uma das mais influentes narrativas é a HQ de Alan Moore inspirada no plano de Guy Fawkes de explodir o parlamento inglês. A máscara de Guy popularizada também pela adaptação do cinema para além do uso pelo grupo hacker Anonymous, e presença certa em qualquer manifestação desta última década, principalmente entre Black Blocks;


5 - Leitura de 1984: Outra referência utilizada pelos manifestantes tailandeses durante os protestos pró-democracia iniciados em 2014 foi a leitura de 1984, de George Orwell;


6 - O conto da aia e a luta feminista: O livro de Margaret Atwood e a sua adaptação para a televisão tem sido usado em muitas manifestações, como quando mulheres "receberam" Trump vestidas como na série, ou em um protesto de jornalistas pró-aborto na Argentina entre tantas outras manifestações;


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