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15 Definições de Goethe acerca do demônio

No post de hoje contamos como a colaboração da escritora CCS que escreve ensaios sobre filosofia, literatura e o fascínio causado pelas nuances da língua portuguesa e o que eles revelam. Seus livros são publicados de forma muito interessante, por meio da micro editora Vernacular, sendo que a própria CCS diagrama e encaderna suas publicações dentro de um atelier de arte no centro de São Paulo, o Atelier do Centro, criado há 20 anos e comandado pelo artista, pensador e pedagogo Rubens Espírito Santo. É um trabalho muito interessante que vocês podem conhecer aqui.

1 - Se encontra na natureza vivente e morta, animada e inanimada;
2 - Se manifesta apenas na contradição;
3 - Não pode ser apreendido por nenhum conceito ou palavra;
4 - Não é divino porque é irracional;
5 - Não é humano porque é privado de inteligência;
6 - Não é diabólico porque é benéfico;
7 - Não é angélico porque revela algo de maligno;
8 - Assemelha-se ao acaso (Tiché) porque não tem coerência;
9 - Assemelha-se à providência porque faz alusão a uma conexão;
10 - É penetrável por tudo o que nos limita;
11 - Parece governar os elementos da nossa existência;
12 - Abrevia o tempo;
13 - Dilata o espaço;
14 - Compraz-se apenas com o impossível;
15 - Afasta, com desprezo, do que é apenas possível;


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