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8 Policiais corruptos de literatura brasileira

Polícia para quem polícia cantava Titãs enquanto Capital Inicial narrava Veraneio Vascaína. No post de hoje selecionamos 8 policiais corruptos da literatura mostrando que nem sempre o distintivo é o lado correto da lei, inclusive na literatura que tende a ser favorável à polícia: as narrativas policiais. Confira:

1 - Delegado Pigarço: O policial corrupto de Incidente em Antares além da corrupção constante com os agentes políticos da cidade é conhecido pela violência e pelo trabalho sujo, incluindo tortura e assassinato. Entre as coisas que o livro fala do personagem é apresentado da seguinte forma: É apenas uma hipótese. Inocêncio Pigarço é, antes de tudo, um policial de carreira, um profissional. famigerados os supostos Como guardião da Sociedade, deve achar que os fins justificam os meios. Todos os meios, portanto, são bons se o fim é defender o “poder constituído”.

2 - Cabeça de Nós Todos: O que não falta em Cidade de Deus é polícia corrupta, entre os personagens mais emblemáticos Cabeça de Nós Todos que entre vilão e pobre diabo tem um desfecho trágico. No fundo não gostava de ser policial; todos o temiam, quando não, sentiam ódio (...) mas policial era bem melhor que ficar aturando biriteiro atrás de um balcão de bar – sabia disso por experiência própria, adquirida no bar do centro da cidade onde trabalhara antes de entrar na polícia.

3 - Belzebu: Outro policial corrupto do romance de Paulo Lins e cuja tarefa predileta era revender para os bandidos as armas da polícia, além de outras corrupções diárias a sustentar o policial que era o diabo em seu plantão.

4 - A Milícia: No já clássico Elite da Tropa não se pode deixar o coletivo, pois a obra trata de algo, especialmente evidente hoje, a articulação e os poderes das milícias reunindo policiais que abandonam a lei para lucrar com o crime e a violência. A corrupção aqui é endêmica e alcança praticamente todos.

5 - Raul Estrela: Outra obra, esta no gênero policial, que expõe as vísceras da corrupção policial brasileira é Oeste: A Guerra do Jogo do Bicho, que desnuda a corrupção judicial e policial. Raul Estrela no caso é Chefe da Polícia Civil e parceiro do jogo do bicho.

6 - PM Carlos Godoy: Em Oeste há um detalhe curioso: apenas a Polícia Federal é salva da visão crítica, talvez pela origem do próprio autor, no restante todas as esferas policiais são mostradas pela lógica da corrupção, a Polícia Militar nesse caso por este PM que recebia dinheiro das diferentes fontes, de comerciantes a usuários de droga.

7 - Inspetor Amóz: No suspense Jantar Secreto de Raphael o inspetor era responsável pelo suprimento de "carne de gaivota" criando todo um sistema de corrupção policial para atender ao restaurante de carne humana.

8 - O Delegado de Alta Mata: Torturador e com negócios no garimpo em tempos de ditadura, o policial é um perseguidor voraz e encarniçado quando se trata de seu dinheiro sujo no romance Mulheres Esmeraldas.



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