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7 Cenas de masturbação masculina da literatura

Cinco contra um, punheta, bronha, descabelar o palhaço, pecado. Não faltam adjetivos para a masturbação masculina, que ainda hoje é vista por alguns como tabu. Um tema tão sensível, é claro, não seria esquecido pela literatura, confira 7 cenas de masturbação masculina na literatura:

1 - Velho tarado: No conto Um Encontro, de James Joyce a fato central a demarcar a passagem da ingenuidade à vida adulta é quando os garotos encontram um velho estranho que a certa altura chega para um ladinho a "bate uma". O acontecimento é que provoca a epifania tirando dos contos do velho oeste a aventura, visto que a vida real poderia ser mais estranha e perigosa;

2 - "Um presente para você, gata": No romance Cujo, de Stephen King, Steve Kempe ao ser dispensado por Donna, invade a casa da mulher, faz uma bagunça danada e resolver ir ao quarto "fazer amor consigo mesmo" para deixar uma poça líquida e viscosa como presente para sua amante;

3 - O flagra: Com certeza é a situação em que nenhum moleque quer ser pego, no flagra. Especialmente se for de uma família católica apostólica como o pianista Menandro Olinda de Incidente em Antares. A casa cai na hora;

4 - Diariamente: Os cu de Judas do português Antonio Lobo Antunes é um dos romances em que a masturbação serve de forte elemento temático a partir das confissões do narrador "a masturbação era nossa ginástica diária" diz o jovem soldado. Masturbava-se sozinho ou vez em quando com o auxílio de "raparigas impúberes";

5 - Um dia: Joyce também aborda o tema em seu clássico Ulysses ao acompanhar o dia na vida de um homem, no caso Leopold Bloom, há também o seu momento de "prazer solitário";

6 - Na prisão: Há quem argumente que todo Nossa Senhora das Flores, de Jean Genet é uma cena de masturbação, pois seu narrador declara estar na prisão, e em uma cena específica narra seu exercício silencioso sob os lençóis;

7 - Alexander Portnoy: Um dos campões da "bronha literária", antes mesmo da torta de maçã de American Pie, o personagem de Philip Roth mandava ver é na mitológica maçã mesmo, que safadinha pedia mais a seu "big-boy";

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