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10 Melhores tiroteios da literatura

 Para quem curte narrativas à bala, com o chumbo comendo grosso, selecionamos os 10 melhores tiroteios da literatura. É bala para todo e qualquer lado, se atira na moita e fica só na espreita então:

1 - Tiroteio em Castle Rock: Se há um tiroteio bem plantado e desenvolvido na literatura é este na ficcional cidade criada por Stephen King. A chegada de Leland Gaunt é um prenúncio agourento, mas acima de tudo, a sessão de balaços desencadeada mostra como uma cidade cheia de armas pode resultar numa grande tragédia. As cenas do tiroteio e o clímax criados são sensacionais pelo poder de imersão;

2 - Senta o dedo no galo: Em Cidade de Deus o que não falta é tiroteio. Tiroteio entre bandidos, entre polícia e bandido... tiroteio breve e tiroteios de quase uma hora. Mas um dos mais divertidos tiroteios é quando três dezenas de homens sentam o dedo no galo, cena no livro ligeiramente diferente o épico começo da adaptação cinematográfica;

3 - O Sertão é bala: Se tem personagem da literatura brasileira que também trocou alguns tiros, esse foi Riobaldo. A prática do cangaço permanece nele, tanto que se apressa a acalmar seu interlocutor, "nonada". Na guerra entre Joca Ramiro e o grupo de Zé Bebelo o ar retinia à pólvora e grandes tiroteios foram travados e narrados por Riobaldo;

4 - Cerco e tiroteio: O cerco ao apartamento de Malito na parte final de Dinheiro Queimado proporciona outra grande tiroteio literário, marcado pela linguagem quase jornalística de Piglia dando conta dos policiais que caíam abatidos pelas balas;

5 - Ariba! México!: Um western com a cara dos desertos mexicanos encontramos em O Credo da Violência, espécie de western em que a bala corre frouxa em muitas de suas cenas, principalmente durante a fuga de pai e filho em uma espécie de acerto de contas;

6 - O sangue como herança: Vou me permitir abrir espaço para dois livros que não são de ficção, mas construídos quase como tal e de modo a amplificar acontecimentos que nos parecem mais da literatura que da vida real. O primeiro, Herança de Sangue em que Ivan Sant'Anna narra a trajetória de Catalão - GO a partir dos tiroteios (também chamado de fogo) mais marcantes da cidade e constituidores de sua identidade;

7 - "Você pinta paredes?": Frase para dar a senha, você estoura miolos se tornou ainda mais conhecida após a adaptação de O Irlandês para o cinema. O livro do jornalista Charles Brandt narra a história de Frank Sheeran e sua vida de assassino profissional da máfia. Tiroteio e porradaria não faltam ao livro, que a ainda traz as lembranças de Sheeran da Segunda Guerra, marcada por tiroteios mortais;

8 - Tiroteio do fim do mundo: Tem uma troca de tiros que sempre fica na lembrança de mim, leitor. A do apocalíptico Na companhia das estrelas. Mundão quase vazio, ainda assim há espaço para uma troca de tiros severa logo no começo do romance;

9 - Mais máfia: Pensar em máfia é pensar em troca de tiros. E o curioso que é quase impossível decidir qual é ficção ou não entre O Irlandês e o Poderoso Chefão. O clássico de Puzo é quase que uma reportagem sobre a máfia, e a troca de bala entre as famílias mafiosas produz no livro momentos de alta tensão;

10 - Debut: Em Os meninos de Nápoles não é bem um tiroteio, mas a saraivada de bala que dos garotos da paranza em sua aventura de dar tiros de verdade acaba sendo um marco da fronteira ultrapassada, pois a consequente morte do homem negro atingido pelos tiros os afundará ainda mais no crime.

Um comentário:

  1. Olá,
    Adorei a lista, achei inclusive bem diferente. Adoro uma cena sangrenta.

    Beijo!
    www.amorpelaspaginas.com

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