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10 Motivos para leitores de literatura fantástica gostarem de Três Reinos.


*Por Christopher Kastensmidt



Quatro anos atrás, escrevi uma postagem para Listas Literárias chamada "10 Grandes obras de literatura fantástica que foram adaptadas para games", sem a mínima noção que a minha hora estava chegando! 

Começou hoje no Catarse o primeiro financiamento coletivo de A Bandeira do Elefante e da Arara, para apoiar o projeto Três Reinos. Por que os leitores de Listas Literárias deveriam se interessar pelo projeto? Bom, vamos lá...

1 - Um projeto com raízes literárias - A Bandeira do Elefante e da Arara (ABEA) nasceu como uma série de contos, e depois se expandiu para quadrinhos e um romance (considerado um dos “10 Melhores livros brasileiros 2016” aqui nas Listas Literárias).

2 - O RPG de mesa - A série também gerou um RPG de mesa, lançado em 2017, que está sendo utilizado em centenas de escolas de todo país para estimular a criatividade dos alunos e instigar a leitura, a escrita e o estudo de história. Três Reinos é baseado neste mesmo sistema de regras.

3 - Qualidade reconhecida - As obras de ABEA já foram indicadas para muitos prêmios de grande relevância, inclusive os prêmios Jabuti (Brasil), AGES (Brasil), Argos (Brasil), Cubo de Ouro (Brasil), Nebula (EUA), Realms of Fantasy (EUA), ENnie (EUA) e Amaltea (Espanha). É muito reconhecimento para uma única série!

4 - Folclore nacional - Os seres encantados do folclore nacional são o elemento fantástico deste mundo ficcional.

5 - Audiência internacional - Muitos estrangeiros chamam ABEA de “The Witcher brasileiro”, e a série tem muitos fãs na China, na Espanha e no mundo anglófono. O jogo pretende aumentar esta audiência para outros países, como o Japão e a Coreia, levando a produção nacional para mares nunca dantes navegados.

6 - O game é literatura - A experiência do game é dividida em três partes: exploração do mapa, textos e combates. Os textos, que formam praticamente metade da experiência, são descritivos ou diálogos, e possibilitam a interação do jogador/leitor. Até terminar o jogo, a pessoa vai acabar lendo um texto equivalente a um romance inteiro!

7 - Narrativa incomum - Muitos estados finais são possíveis em Três Reinos, dependendo das escolhas do jogador. A narrativa será muito mais profunda que se espera de um game.

8 - Participação nacional - Muitos grandes autores e artistas nacionais já participaram do desenvolvimento deste universo, como SulaMoon, Rodrigo Camilo e J. M. Beraldo. A equipe deste novo projeto também é formada de grandes talentos nacionais, e os apoiadores do financiamento coletivo terão voz em várias decisões ao longo do desenvolvimento.

9 - Três roteiristas premiados - Falando em talento, a equipe narrativa é formada de Marcelo Cortez, Tiago Rech e Christopher Kastensmidt, três roteiristas premiados. O desafio dos três é criar a narrativa mais instigante das suas vidas!

10 - Recompensas espetaculares - Quem participa do projeto no Catarse vai ganhar recompensas especiais e exclusivas. Possibilidades incluem um mapa de tecido, um livro de arte e uma pequena réplica do martelo utilizado pelo protagonista Baltasar!

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