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10 Razões porque é melhor escrever um livro do que fazer um filme

Inspirado por minhas recentes leituras passeando pela literatura e pelo cinema, conversando com os travesseiros, surgiu a ideia de escrever este post porque é melhor escrevermos um livro do que fazer um filme, confira:

1 - É mais barato: Tem gente que sonha ser jogador de futebol, cineasta, escritor, enfim, desejos... e quando então surge aquela ideia "isso daria um filme" quem sabe troque por "isso daria um livro". Sim, escrever livros é mais barato que fazer filmes. Filmes demandam orçamento, produção e outras coisa que diremos aqui. Já livros, a ideia, um processo de escrita decente e alguns trocados, claro, já é possível publicar sua narrativa, com a vantagem de que vá que chegue o sucesso, e alguém queira adaptar a narrativa. Aliás, tem um bom número de filmes famosos adaptados de livros desconhecidos;

2 - Maior autonomia: No cinema, a não ser que sejas um diretor renomado [e ainda assim não é garantia] ou alguém que só trabalhe de forma independente [e ainda assim com capacidade de financiamento], dificilmente suas liberdades criativas serão grandes. Na produção literária, mesmo nas grandes casas editoriais e modelos de publicação que envolvem diferentes setores há maior autonomia do autor. Além disso, na literatura ainda há pequenas publicações e publicações independentes, o que significa dizer que é possível publicar a ideia que se tiver, inclusive as estapafúrdias;

3 - Sem limitações técnicas: Às vezes a ousadia imaginativa de um diretor de cinema pode travar nos recursos técnicos, por exemplo, de efeitos especiais. Star Wars e Avatar sempre são lembrados nessa situação. Para algumas ideias é necessário que a tecnologia a filmá-las exista. Essa é uma limitação que não te impedirá de escrever sua história;

4 - Filtros censores: A sociedade possuiu e cria muitos filtros de censores, mesmo em situações democrática. Cinema e televisão são fortemente condicionados por filtros, assuntos tabus que é melhor evitar, tema que talvez não interesse ao patrocinador, cenas que são deletadas em nome de alguma conveniência. Pois a boa e velha literatura parece manter uma força revolucionária capaz de afrontar melhor tais filtros censores. Uma dica é talvez compararmos a profundidade entre série Game of Thrones e As Crônicas do Gelo e do Fogo. Nos livros é possível ser mais intenso;

5 - Livros sempre podem virar [bons] filmes: Embora sempre haja acalorada discussão, a adaptação cinematográfica é sempre uma possibilidade, em alguns casos o filme é um grande sucesso que mesmo quase faz esquecer que foram adaptados. O fato é que a literatura tem sido uma rica e inspiradora fonte para o cinema;

6 - Filme não deveriam virar livros: Às vezes o contrário ocorre e filmes não novelizados. Até hoje sempre com resultados desastrosos, de modo que ainda vale a dica de se surgir a ideia, escreve um livro;

7 - Dá pra escrever até de graça: Até aqui a ideia de livro está centrada na imagem do formato físico, que embora mais barato que um filme, ainda traz custos/investimentos, mas com as novas tecnologias escrever-se e publica-se em blogs, redes sociais e plataformas como Wattpad e Kindle. Um exemplo interessante disso é Perdido em Marte, auto-publicado na Amazon, vira sucesso, é adaptado e estoura a boca do balão em Hollywood;



8 - Vanguarda e experimentalismo: Filmes exigem produtores e executivos que bancam a conta, então, há toda a tarefa de convencer caras assim a investir alguns milhões em sua ideia criativa. É sempre um caminho, mas... especialmente se suas ideias são experimentais ou de vanguarda, na literatura, aquela questão de autonomia, sabe, trará condições de dar visibilidade à sua concepção. Aliás, o cinema anda cada vez mais previsível;

9 - Livros são portais infinitos para novas abordagens: Se for escrever sua ideia em roteiro de filme já estará colocando-o numa caixinha, contudo, uma narrativa literária preserva sua criatividade ao mesmo tempo que é possível que ela se adapte em séries, novelas, dramas, etc...

10 - E mais importante: Antes um autor desconhecido, anônimo que pouco ou nada gastou num livro que um diretor falido em algum projeto que não cobriu as despesas. Produtores de filmes são bastante capitalistas para não investirem em nomes que não dão retorno nas bilheterias.

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