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10 Tenebrosas cenas do crime na literatura policial

Nossos autores de literatura policial não poupam criatividade - e horrores - na hora de produzirem seus crimes, em muitos casos cometidos por serial killers da pesada. No post de hoje selecionamos algumas cenas do crime da literatura policial, mas claro você pode e deve ampliá-la lá nos nossos comentários com as suas cenas do crime prediletas:

1 - Múmias: A literatura policial escandinava não poupa nas monstruosidades e uma tenebrosa cena do crime podemos conferir no recente A Garota-Corvo com salas de mumificação das vítimas, em crimes relacionados com abusos sexuais infantis;

2 - Múmias 2: Outra publicação que temos múmias é Esconda-se, de Lisa Gardner numa cena do crime perfeita para a televisão, ou seja um edifício abandonado, uma câmara subterrânea escavada na terra onde são achados os corpos mumificados em mais uma série de crimes contra mulheres;

3 - Frankenstein: No thriller Boneco de Pano na cena do crime está um verdadeiro monstrinho, no caso um verdadeiro mosaico feito de seis corpos diferentes costurados como um boneco e com dedos ameaçadores;

4 - A Ilha: Se em E Não Sobrou Nenhum não temos uma cena do crime espetaculosa, temos porém a narrativa que vai construindo a cena do crime de modo a tornar a ilha o sepulcro de dez vítimas num dos maiores clássicos da literatura policial;

5 - Açougue humano: Se o brasileiro Raphael Montes não é psicopata, tem bastante vontade de ser. No seu peculiar Jantar Secreto temos o desfilar de alguns cenários, muitos que nem mesmo são objetos de investigação, mas que certamente podem revirar as tripas de estômagos sensíveis como os matadouros humanos de onde provém  a carne de seus jantares;

6 - Arqueologia forense: Desenterrar corpos em covas descobertas requer arte e cuidados aos se estabelecer uma cena do crime, como no caso da descoberta de cadáveres esfolados no excelente A Síndrome E;

7 - No pátio da escola: Alguns lugares não deveriam ser cenas do crime, contudo os assassinos não dão muita bola para isso, como no caso de O Jogo de Ripper em que o defunto é achado no parquinho da escola e com um cabo de vassoura enfiado no orifício anal;

8 - Relógio humano: Já no misto de romance policial e histórico Leviatempo, embora uma cena do crime bastante asséptica, a macabra utilização de corpos humanos na construção de um relógio estabelece uma coisa bem tenebrosa;

9 - Nos fundos da loja: Se algo os filmes e os livros nos ensinam sobre Nova Iorque é que não lhe faltam becos e túneis, os quais em O Colecionador de Peles, Amelia Sachs precisará superar suas fobias entrando pelos fundos de uma boutique até onde jaz um corpo de feições tortas e tatuado;

10 - Só restou o "carvalho": Com nuances de narrativa policial, a sátira política de Mia Couto, O último voo do flamingo traz Massimo Risi investigando cenas absurdas onde restam após explosões misteriosas apenas o pênis dos soldados da Onu em Moçambique.
  

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