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10 Razões porque o livro é uma tecnologia mais avançada que e-readers

No post de hoje selecionamos 10 motivos que demonstram que os livros, sim, os livros em papel, a despeito do que alguns pensam, tecnologia superada, é uma tecnologia com vantagens e mais avançada que e-readers. Confira:


1 - Livros não precisam de baterias: Ao contrários dos livros de papel, e-readers precisam de baterias, caso elas falhem, descarreguem, babaus leitura!!! E não faltam vídeos por aí com baterias de e-readers arriada;

2 - Durabilidade: O que a história nos registra desde os papiros e manuscritos é que verba volant, scripta manent. É licito presumir que mesmo o papel, o livro enquanto tecnologia e produto, se bem cuidado apresenta uma durabilidade maior que e-readers. Aí alguém vai dizer que não há perda, pois se der problema com o aparelho, troca-se por outro. Mas veja a lógica absurda de mantemos a literatura, logo ela, tão questionadora, num suporte erigido pela lógica de consumo;

3 - Intuitivo: Ah, nos perdoem, mas ao mais leigo dos leigos no manusear a tecnologia livro, de cara conseguirá fazê-lo graças ao seu formato intuitivo. Na linguagem de hoje, livros são responsivos;

4 - Manuseio: É na linha do intuitivo, mas um pouco além disso. Com manuseio da tecnologia livro queremos dizer que por mais que tentem e se esforcem, e-readers não chegam perto do avançar e retroceder páginas de um bom e velho-e-novo livro. Para quem tem esse costume, se apartar da leitura física é um desastre;

5 -  Um livro é um livro: Esse item me parece muito básico. Um livro é um livro. E-readers são bibliotecas. Bibliotecas imaginadas, mais próximas da tradição oral dos romanceiros, por exemplo. Só que no caso dos romanceiros, a leitura era partilhada e cuidada a não se perder. Os e-readers e suas bibliotecas nas nuvens digitais demandam que tudo dê certo, pois, grosso modo, terceirizamos todo esse saber posto sob guarda de uma única (macro) instituição que costumamos chamar de rede. Mas se essa rede cair? Se a internet desaparecer de um dia para outro? Onde estará arquivado o conhecimento humano?

6 - Compartilhável: Não vamos adentrar a celeuma do emprestar ou não livros. Isso é quase que nem piada de sogra, no fim todo mundo empresta livro, assim como amam suas sogras. E-readers embora possuam mecanismos de compartilhamento, não estão no mesmo nível do "pega aqui". O digital é burocrático;

7 - Maiores possibilidades de ser socialmente justo: Desconheço - fora os sites "piratex" - mecanismos de e-readers que sejam como nossas boas e velhas-e-novas-e-futuras bibliotecas. Não há um espaço no mundo virtual, para de que modo legal, você faça suas pesquisas, retire um livro para ler, sem pagar nada. Livros físicos levados à bibliotecas é democracia do saber, e nisso, uma possibilidade maior de ser socialmente justo;

8 - A questão da sustentabilidade: Sempre se pensa no digital como uma pegada mais sustentável, entretanto, será mesmo? A questão da sustentabilidade entre livros e e-books é ainda controversa, o que, já traz pontinhos para o livro físico - que aliás, nos dias de hoje é produzido por florestas comerciais renováveis -; Em especial debate-se que a questão de sustentabilidade varia muito quanto à quantidade. Esse artigo sobre o tema é interessante.

9 - Possibilidades estéticas: Tudo bem, estão surgindo novidades gráficas no universo digital, mas, por enquanto, como produto completo, as possibilidades estéticas e gráficas dos livros físicos são muito superiores aos livros digitais, Exemplo disso é que é mais complicado listar 10 designs de livros digitais, enquanto no livro impresso...;

10 - Tecnologia imune a assaltos: Você se arriscaria ler em seu smartphone no busão sem receio qualquer de ser assaltado? Num hipotético roubo a sua residência, o que os meliantes levariam? Computadores, kindles, smartphones, tablets? ou seus livros? Por incrível que pareça, a despeito do valor que possuem, o livro é uma tecnologia praticamente imune a roubos.

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