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10 Livros ou séries literárias que gostam de matar gente

No post de hoje selecionamos alguns livros cuja indicação principal é "não se apegue aos personagens". Obras com instinto assassino maior que os serial killers do Tio Sam todos juntos; confira livros ou séries literárias que gostam de matar gente, muita gente:


1 - As crônicas do Gelo e do Fogo, de George R. R. Martin: Bem, creio que atualmente Martin é um dos autores mais lembrado quando o assunto é matar sem dó os personagens, inclusive independentemente da posição destes na trama. E o que não falta é forma de morrer ao longo das crônicas, muitas delas pegando leitores de surpresa;

2 - Trocas Macabras, de Stephen King: Das obras de King que li esta é das mais interessantes quando se trata de matar gente. A dica de não se apegar deve ser levada a sério, mas acima de tudo, no romance o clímax construído para a mortandade é construída com habilidade ímpar que quando "os jogos" começam, o leitor é levado a certa catarse;

3 - O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams: É o seguinte, numa lista dessas esse livro não pode ficar de fora de jeito nenhum, mesmo que a gente ria o tempo todo com sua leitura. Isso porque em nenhum outro livro - ao menos que saiba - mata num único capítulo todos os terráqueos, menos um; reset total;

4 - Codinome Villanelle, de Luke Jennings: Esse livro deu origem à série Killing Evie e o que não falta é morte, afinal, trata-se de uma narrativa protagonizada por uma assassina profissional e extremamente fria;

5 - Battle Royale, de Koushun Takami: Muito antes da gurizada ficar viciada em Free Fire temos essa narrativa que dá meio que origem ao gênero do jogo. Na obra todo mundo vai, ou ao menos deverá morrer, estudantes do ensino médio atirados numa ilha para matarem-se até o último que restar;

6 - Enterre seus mortos, de Ana Paula Maia: Neste belo e trágico livro nacional tudo é morte, carne e sangue; muitos cadáveres, de gente, de bicho, uns sendo melhor tratados que outros, advinha quem?

7 - O poderoso chefão, de Mário Puzo: Esse livro entra para a lista não tanto pela quantidade, mas pela "qualidade" e pela forma como a morte é tratada como negócio, ou mesmo dentro de um deturpado código de honra e respeito;

8 - Guerra dos Mundos, de H. G. Wells: Aqui Wells encontra uma forma diferente de matar em massa, mas muito ligada a ideia de guerra e invasão, grande temor de seu tempo. Embora a mortes não aconteçam entre os protagonismos, a destruição e chacina feita pelos marcianos é gigantesca;

9 - Cidade de Deus, de Paulo Lins: A vida destituída de seu valor, sua proteção e seus direitos. Neste romance acachapante a morte se aproxima a cada viela, cada quebrada. Enquanto todos sonham com "a boa", com e sem distintivo as pessoas morrem pela bala e pela barbárie de toda espécie;

10 - Jarbas, de André Bozetto Jr.: Fechamos a lista com esse livro de horror nacional que não perde a oportunidade de matar gente; de destroçar gente, tudo graças a seu infante e psicopata lobisomem que mostra-se das criaturinhas mais famintas;

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