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10 Livros que influenciaram Janis Joplin

 Uma das lendas do rock, Janes Joplin está certamente entre os maiores astros da música. Integrante do Clube dos 27 a cantora imprimiu uma marca única no mundo, e uma das características de Joplin que podemos conferir na biografia Janis Joplin, Sua Vida, Sua Música é o fato de ser uma leitora voraz, tendo sempre algum ou muitos livros em suas sacolas e bolsas. Neste post selecionamos 10 livros que influenciaram a cantora. Confira:


1 - On the road, de Jack Kerouac: A literatura beat estava entre as preferidas de Joplin, claro. E a obra fundadora desta literatura foi meio que um encontro de almas gêmeas. Segundo consta ela devorou a narrativa em um livro que conseguira emprestado. A leitura influenciou sua própria jornada beatnik;

2 - O Mágico de Oz, de L. Frank Baum: Seu pai Seth selecionava leituras à jovem Janis, entre elas a série de Frank Baum que também causou certo impacto em Joplin. Inclusive seu primeiro gosto de certa fama foi quando uma ilustração sua na escola do Espantalho, virou notícia em jornal;

3 - A Caldeira do diabo, de Grace Metalious: Não demorou muito para as leituras de Janis irem para além das supervisionadas pelo pai, especialmente a partir de livros de sua amiga Karleen. A garotas passaram a folhear livros e marcar suas partes picantes, caso deste ardente best-seller;

4 e 5 - O Hobbit e a trilogia O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien: Leituras que Joplin também teria devorado e gostado mundo do universo fantástico criado por Tolkien. Uma das coisas que achou incrível foi ter se apresentado na comemoração do "aniversário do Bilbo";

6 - Modigliani: Man and Myth, de Jeane Modigliani: A citação do artista por Kerouac, seus interessas pela pintura e também pela relação com drogas e álcool do artista plástico levou Janis a ler a biografia escrita pela filha de Modigliani, sendo que posteriormente sua leitura, as influências de Modigliani passaram a ser percebidas nas pinturas da própria Janis Joplin, que até então considerava-se uma pintora, não cantora;

7 - Judas, o Obscuro, de Thomas Hardy: Um dos tantos casos amorosos de Joplin foi Braunstein, com quem dividia muitas leituras e filmes, como esse livro que a Joplin ressoava a teoria do pai, e muito marcante para ela da Farsa do Sábado à Noite;

8 - Lady sings the blues, de Billie Holiday: A autobiografia da estrela integra outra área de muita leitura de Janis Joplin. Livros sobre o blues. Holiday morreu também com a contribuição de seus vícios, no caso da heroína, droga que amigos diziam que Janis romantizava;

9 - O bebê de Rosemary, de Ira Levin: Uma demonstração que Joplin lia de tudo, inclusive os best-sellers, em sua lista estava esta obra que depois cuja adaptação tornou-se um dos marcos do cinema de horror;

10 - Ecstasy and me: My life as Woman, de Hedy Lamarr: Outra leitura marcante foi a autobiografia desta estrela "incompreendida" e negligenciada que para Joplin não tivera o crédito merecido por seu intelecto, preço pago por ser uma mulher livre.

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