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EDITORIAL: 10 Razões para literários votar Haddad

O Listas Literárias publica este editorial hoje porque o momento é de extrema gravidade e nossa democracia está em risco. Não há espaço para covardia, silêncios e neutralidades. Nós, envolvidos com a literatura, acima de tudo devemos desempenhar esse papel à frente da linha das lutas contra quaisquer riscos às liberdades. Tais preocupações nossas já foram discutidas em posts como 10 razões porque escritores e leitores devem ficar bastante preocupados e 10 livros para compreender porque ele não. Acontece que agora necessitamos da ênfase, porque o fascismo e o nefasto macartismo tropical, ao pior estilo o império contra ataca ameaça-nos a novos tempos sombrios de autoritarismo. Leitores, editores, escritores, livreiros já tem se posicionado pois não há fonte melhor de alerta aos perigos do autoritarismo que a própria literatura. Nos somamos a esta luta reforçando que #EleNão, mas acima de tudo nos manifestando #HaddadSim e listamos 10 razões para isto:

1 - Não aderimos ao anti-petismo porque ele não tem criticidade e mostra-se sempre devastadoramente seletivo. As mesmas pessoas que gritam não ao Partido dos Trabalhadores silenciam quanto a Temer, tucanos e principalmente às condutas de Jair Bolsonaro, que já recebeu dinheiro da JBS numa ponte "marota", usou recursos públicos para fins particulares, "empregou" funcionários fantasmas e junto de sua família vive da política há três décadas. Seu "futuro" ministro da economia está sendo investigado e seu futuro Chefe da Casa Civil, com lágrimas de jacaré, pediu desculpas ao ser flagrado na Lava Jato. Portanto esconder-se no manto dos erros petistas não faz sentido quando a outra parte não e flor que se cheire, mas que acima de tudo, diferente de Haddad representa uma pauta retrógrada que já assumiu ainda estar com a cabeça quatro ou cinco décadas atrás, enquanto todos nós e as principais publicações mundo afora falam do quão progressista é Haddad, o que coloca em vantagem se pensarmos nos desafios humanos e tecnológicos que temos pela frente;

2 - Esse item em especial precisa se frisado sempre: a eleição de Haddad não representa e nunca representou risco algum à democracia e à liberdade. Podemos tecer as mais diferentes críticas aos governos petistas, mas a experiência se comprova com fatos: eles nunca, nunca mesmo violaram ou questionaram em seus atos as instituições democráticas do país, mesmo quando vítimas de uma das conspirações mais vis de nossa história. Em seus governos nenhum escritor, editor, livreiro foi ameaçado por se opor ao Governo. Ninguém ameaçou queimar livros com termos como "petralha", e nunca se viu eles ditando ou gritando ordens de como as coisas tinham de ser. Então acreditar nessa possibilidade de o PT transformar o país na Venezuela nunca passou da vil estratégia da extrema-direita em criar um cenário sombrio a que eles seriam a solução. Aliás, o fantasma Venezuela lembra os ardis do Grande Irmão, precisando sempre de uma guerra para manter o poder. Bons leitores reconhecem isso, inclusive o de que talvez o adversário de fato nos leve a este cenário de censura aos opositores, de criminalização de toda e qualquer atividade social, afinal, o que podemos depreender quando diz ele que acabará com todos os ativismos?

3 - Haddad além de defensor da democracia, da liberdade, é também amigo dos livros, da cultura, do conhecimento, e isso sabemos não pelo que nos diz que vai fazer, mas por sua biografia enquanto professor, e principalmente enquanto nas esferas de poder como Ministro da Educação, prefeito de São Paulo, respeitando e apoiando a produção cultural como um todo, junto a literatura;

4 - E como defensor da democracia, da liberdade, da seriedade e da ética (convenhamos, não pode haver ética numa campanha realizada às sombras do assovio do whatsapp e ancorada por uma gigantesca rede de notícias falsas) demonstrada em sua campanha, enquanto ativistas dos livros, sabemos que a liberdade de pensamento não corre riscos com a eleição de Haddad (mais uma vez, o histórico democrático do PT é prova irrefutável disto), já com a eleição de Bolsonaro, a tendência é adentrarmos talvez um período mais sombrio que o pós 1964. E não estamos falando aqui de meras suposições ou como no jargão popular, fazendo intrigas da oposição. São pessoas próximas a ele que já falam em banir livros que não reproduzam as ideias do regime, são seus regimentos por enquanto informais, que no pior estilo SS, Gestapo e Camisas Pretas defenestram qualquer e todo agente cultural de pensamento progressista, que atacam artistas, intelectuais, professores, que censuram exposições. Já está acontecendo, e as coisas podem piorar;

5 - Para um literário a educação estará sempre em primeiro lugar, principalmente uma educação com liberdade de pensamento, diferentes saberes e teorias, e acima de tudo liberdade de ensino. Mais uma vez Haddad significa nesse campo o oposto de seu adversário, que já falou em acabar com universidades públicas, precarizar o ensino fundamental pelo modelo à distancia, por restringir a liberdade de ensino, tudo isso sob a falsa premissa de que a escola doutrina. Qualquer estudante, pai ou professor de escola pública que não seja desonesto saberá dizer que todos os ataques à escola pública feitas por Bolsonaro partem de mentiras escandalosas como o caso do falso Kit Gay. Quanto à educação, e mais uma vez não sendo desonesto intelectualmente, com isso reconhecendo que nãos se solucionaram todos os problemas nas últimas três décadas, por outro lado temos sim de frisar e reafirmar que tivemos avanços consideráveis nos últimos anos em termos de educação, sendo que o próprio Haddad esteve à linha de frente destes avanços que permitiram que pela primeira vez gerações das classes sociais mais pobres deste país tiveram seu primeiro diplomado em curso superior. E não dizemos isso desconsiderando que temos muito pela frente, mas em termos educacionais temos dois projetos, um baseado na liberdade de ensino e aprendizagem e outro que acha que se resolve o problema com uma escola militar por capital, Ead no fundamental, censura intelectual e teórica e que cogita, diz-se, até mesmo acabar com o MEC;

6 - Haddad representa a tolerância e a possibilidade do divergente. Não engane-se, é nossa última oportunidade de tentar (ainda assim não assegurar) conter os monstros à solta, o fascismo como o fascismo cada hora mais deslavada. É a alternativa ao ódio, à insanidade daqueles que por hora manipulam as massas para regressarem ao poder com uma nova pauta reacionária que prega - e pratica - a violência, a intolerância e cujo resultado já percebemos numa escalada intimidadora. Talvez ainda haja que não creia, mas de fato, Haddad já não é mais a candidatura de um partido, mas sim daqueles que creem na democracia, no diálogo e na liberdade como alternativa. Tanto que só muito ingênuo para desconsiderar que caso vençamos essa luta o governo de Haddad deverá montar uma grande coalização de forças democráticas capaz de vencer não só o fascismos mas também a inércia de falsos democratas que fingem não ver o risco que corremos, o que inclusive serve para setores de PT que silenciaram - e até comemoraram - no impeachment, e agora também não atuam com a ênfase necessária;

7 - Podemos criticar ou questionar pontos do plano de governo de Haddad (lemos ambos), mas é inegável que há ali um plano, um projeto de pais, um país inclusivo e democrático. No powerpoint mal estruturado de Bolsonaro só mentes tacanhas encontram algo ali. Não há nada, absolutamente nadas, a não ser meia dúzia de alegações vagas, outras tantas falsas e uma série de ameaças a qualquer pensamento diferente do que seu ideal autoritário e cada dia mais com tons totalitários, já que ele e seus partidários são taxativos em declarar não querer conviver com aqueles que pensam diferentemente deles;

8 - Me dói dizer isso, mas convenhamos, Haddad é caminho seguro até pra cambada do mercado financeiro. Basta não repetir falsas premissas, qualquer criança saberá que nos governos petistas todos ganharam dinheiro, do trabalhador ao "patrão" do comerciante ao banqueiro. Vocês sabem disso, vocês sabem também quando as coisas ficaram ruins de fato, quando certas conspirações derrubaram a economia e aliados aos erros de Dilma nos trouxeram a esse poço de medo e incertezas;

9 - Num manisfesto que reúne escritores, livreiros, editores (Você pode aderir aqui) lá está Haddad e Antonio Candido. Trago essa referência porque Candido falava do direito à literatura como direito essencial da humanidade. A literatura e seus pensamentos diferentes, a literatura e a liberdade e a capacidade crítica que dela emana. Se um candidato já nos avisa de tirar-nos direitos em tantos outros setores como trabalhistas, civis, por certo que não haverá comprometimento algum com este nobre direito à literatura. Pretendemos na verdade preservarmos todos nossos direitos, sejam eles quais forem, e os seus também, Haddad é o único caminho viável para isso;

10 - Apoiar Haddad não tem a ver com esquerda ou direita, não tem a ver com partidos mais. Neste ponto das coisas optar ente Haddad e Bolsonaro é a escolha entre seguir nos trilhos de um processo civilizatório, imperfeito é verdade, ou mergulhar novamente em tempos tenebrosos cujos tentáculos já nos tocam. Forçar reacionárias movem-se pelas sombras de coturno e farda e dão suporte e liberalidade à feição visível desse fascismo à brasileira de ataques a qualquer pensamento coerente e contrário. Sombras de toga desnudam nossa democracia imperfeita e sem o filtros necessários a combater as forças antidemocráticas. Se nos manisfestamos é porque ainda que nos estertores da liberdade, ainda o fazemos, mas o amanhã, esse talvez nos atire a silêncios e sangue. Nos manifestamos porque já vivemos, vimos e lemos esse filme desprezível que por hora ameça-nos novamente. Nos manifestamos porque desejamos a nossos filhos a liberdade de ler o livro que desejarem, de puderem estudar em boas escolas, em locais em que o pensamento livre e a divergência sejam possíveis. Defendemos Haddad porque acreditamos que nenhuma nação que deseje ser grande o será sem escolas, sem ciência, sem conhecimento, cultura e pensamento intelectual. Defendemos Haddad porque acreditamos que sim, toda pessoa que trabalhe o faça por remuneração justa, pela garantia de direitos. Defendemos Haddad porque ele representa educação dos anos iniciais ao ensino superior, porque para seu projeto você será o que você desejar ser ou estudar. Defendemos Haddad porque cremos num mundo de respeito e que não nos incomodemos com as escolhas de quem quer que seja. Porque reconhecemos todas as nossas diversidades, nossas lutas. Porque somos contra a raiva, o ódio, a violência. Por que ainda cremos no poder da humanidade em construir pontes de fraternidade e não muros de intolerância. Acreditamos que homens e mulheres são iguais em suas virtudes e seus defeitos. Votamos em Haddad, acima de tudo pela democracia, pela liberdade, pela democracia, pela liberdade, pela democracia... Entendemos que o que está em jogo nesse momento está para além de qualquer discussão econômica, acima de privatiza não-privatiza. O que está em jogo é nossa própria humanidade, nossa empatia, e frisamos mais uma vez, nossa liberdade, que já se mostra tão restrita. Somos Haddad porque #DitataduraNuncaMais e enquanto continuarem tentando, resistiremos. Seremos Haddad porque para nós, não interessa de que esquina venha, nenhuma ditadura, nenhum regime autoritário é alternativa a democracia. Um bom leitor, um bom escritor, um bom cidadão em hipótese alguma deveria desejar seja lá qual for ditadura, não deveria jamais abrir mão da liberdade. Seja de Stálin, Hitler, Maduro ou a sangrenta ditadura direitista das Filipinas. A nós nenhuma ditadura deverá ser preservada. Votaremos em Haddad como resistência ao fascismo, brasileiro e a todos os outros fascistas espalhados pelo globo. Votaremos em Haddad porque compreendemos que vivemos uma nova era em que ou ingressamos no futuro ou retornamos à primitividade. Defendemos Haddad porque defendemos e acreditamos na democracia, me mesmo sabendo-a imperfeita, jamais agiremos para derrubá-la, mas sempre buscando aperfeiçoa-la.

8 comentários:

  1. Discordo totalmente do seu ponto de vista... Argumentos rasos para um momento de profundo desespero para o Brasil, o que está em jogo agora é muito mais complexo do que o que foi apontado. Bolsonaro nõ é fascista, não é ditador.. é realmente um "messias" do nosso tempo, e o unico com um minimo de capacidade de levar nosso país para o caminho da retidão. Não é o candidato ideal, longe de ser, mas é o fio de esperança que muitos ja tinham perdido

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    1. Ó Nuvens que nublam teus olhos
      Que não permitem que vejas
      As próprias palavras escritas
      A ingênua e tola espera
      Por messias que não existem
      Pela retidão
      que não se traduz
      Em ação

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  2. Amigo, dinheiro não ganhamos não, mas ganhamos um país que obteve imensos avanços sociais, e tínhamos um país democrático e tolerante sem novos nazifascistas a patrulhar todo e qualquer um que discorde das insanidades de um líder bitato, descerebrado e sem capacidade alguma de governar uma nação.

    Você ganha pra patrulhar a opinião alheia?

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  3. Amigo, com todo o respeito, o PT é um perigo à democracia e às tradições nacionais, você deveria defender as tradições brasileiras e a cultura nacional, a cultura verdadeira, histórica, e não um candidato defensor de ideologias retrógradas como o socialismo. Grandes nomes da literatura nacional, como Machado de Assis, surgiram durante o império, no auge da cultura e tradições desta nação. O socialismo destruiu nossa identidade nacional e nos transformou no "país do futebol e do carnaval" onde a maioria dos livros que são veiculados são de pensamento marxista, incluindo aí a classe artística também, de onde nos últimos tempos surgem as maiores quimeras que já vi neste país. Vivemos sob a égide do gramscismo e durante esta eleição isso foi escancarado para todos e é incrível como ele se propagou pelo país. O pensamento comunista está alastrado neste país tão rico em cultura e utiliza-se do meio intelectual para poder se impor, o brasileiro precisa acordar pra sua verdadeira identidade nacional e parar de dar ouvidos a esse tipo de pensamento que em sua própria estrutura defende a "ditadura do proletariado" que apenas deu margens para pessoas totalitárias tomarem o poder. Haddad não representa nada de progresso e sim um pensamento retrógrado e marxista, fonte de destruição em todos os países onde passou e é um verdadeiro câncer para o desenvolvimento social e humano. Felizmente, esse discurso pseudo-humanista da esquerda está caindo por terra todos os dias. Não é a esquerda que unirá esta nação, mas sim o amor pelo Brasil e sua história que foi jogada no lixo pela república corrupta e suas crias, é pelo sangue rico em cultura que corre nas veias de cada um de nós, brasileiros. Graças a essas políticas sangue-sugas que estamos vivendo essa crise de valores, sob esse discurso usurpador da esquerda. Haddad não é progresso!

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    1. Descreves bem o que tenho chamado de versão tropical e um tanto tenebrosa de "O Império Contra-Ataca" juntando num só movimento tendências fascistas com o macartismo numa caçada cultural como nunca dantes talvez vista por aqui. Se observares bem, o bolsonarismo está muito mais próximo de Stálin do que os governos petistas jamais estiveram. Vejamos que nele resiste a tentativa de impor um ideal totalitário incapaz de conviver com as diferenças e diversidades desta nação, aliada às promessas de "extirpar" oposições e qualquer pensamento divergente do regime.
      Mas retomando esse reacionarismo do império oligárquico deste país, tudo que trazes aqui reforça a necessidade do debate de classes, pois quando apontas "uma tradição" falas e pensas em algo restrito e exclusivo de uma elite oligárquica cuja nação tem apenas seu próprio tamanho e apresenta uma dificuldade enorme em compartilhar este país que deveria ser de todos nós.

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    2. Mas há algo importante em seu texto que é o desnudar da hipocrisia deste movimento que aproveitando-se de carências históricas desta nação (que aos poucos vinham sendo diminuídas ao menos) finge-s indignar-se contra o ideológico e deste modo sendo ais ideológico que nunca, vide a tamanha guerra que encarnam contra Gramsci, Freire, etc... Ademais, vale dizer que talvez o pensamento marxista pudesse de fato estar ultrapassado e retrógrado, mas então chega esta insurreição oligárquica da qual pelo visto participas e confirma que sim, ainda precisa-se lutar no campo das classes, pois é o que efetivamente tem sido feito por essa onda reacionária que luta a manter seus privilégios.

      Ressalto ainda a possibilidade de leituras equivocadas de vossa parte, especialmente quando conclamas a questão da identidade nacional. Aliás, há vários problemas e incorreções de vossa parte, a começar quando creditas à esquerda e ao socialismo transformar-nos no país do futebol e do carnaval. A esquerda sempre manteve distância fortemente critica quanto ao futebol, em parte porque este em nossa história não raro esteve ao lado das nossas tiranias, cisão que perdura pelo menos desde a copa de 1970 e a seleção como "ópio do povo". Ademais, não custa lembrar que é o nazismo à bananas é que orgulhosamente foi às ruas com camisas da CBF, desde 2013 insurgindo-se contra uma série de evoluções sociais que se vinha conquistando nas décadas últimas.

      Retomemos certas leituras precárias de vossa posição, inclusive quando tentas ligar Machado a projetos baratos de nacionalismo. Vimos é verdade em diferentes momentos de nossa história - e de nossa literatura - tais ideias proliferarem, vide o romantismo de Jose de Alencar e sua mera emulação de traços europeus em seu Brasil um tanto inverossímil. Machado, pelo contrário, com suas tintas realistas desnudava fortemente as hipocrisias e incoerências da sociedade a que estava inserido. Aliás, a posição de Machado era bastante crítica quanto ao nacionalismo de Alencar, e sugiro o artigo dele "Instinto de Nacionalidade". Por fim, não entrando aqui nos erros absurdos do PT, o maior o de ter dado munição a esta elite reacionária agindo pelo modus operandi da direita, falo aqui de permitir e ceder á corrupção, este é um tema que tão somente desvela a hipocrisia desta elite, visto que elegeu-se um presidente que da mesma forma usou de recursos ilícitos (JBS), usou privilégios dos cargos anteriores, além de contratar funcionários fantasmas. O futuro Chefe da Casa Civil chorou ao ser flagrado em Caixa 2, sem falar das nuvens que pairam sobre muitos membros da nova equipe. É preciso muita abstração crítica ou então cara de pau para defendê-los como bastiões de valores.

      Agora, a este blogueiro, mas uma vez aproximando o bolsonarismo de tiranos como Stálin, ou como a própria revolução comunista da China, não pode aceitar ou tolerar como valores dignos a adesão à práticas fascistas e totalitaristas. Ameaças à educação, ao livre pensamento, ao direito de se opor, e tirares o véu do fanatismos verás que vossas práticas pioram seus próprios temores do PT, e mais do que isso alinham-nos a Stálin, Mao, Hitler e Mussolini... E olha que esse foi um "bizu" que a própria Janaína Paschoal levantou na Convenção Nacional.

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